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terça-feira, 14 de maio de 2013

Viaja um, viajam dois, viajam quatro. A primeira viagem em família.

Hoje participo de uma blogagem coletiva falando sobre "A Primeira Viagem da Família" proposta pela Claudia do blog: Felipe, o pequeno viajante e pelo grupo do Facebook "Viagens em Família". 

Na época que ela aconteceu as crianças tinham 7 meses e foi uma verdadeira mudança para aqueles 4 dias num hotel a menos de 2 horas de casa..

E foi uma verdadeira delícia finalmente poder incluir nossos filhos nas nossas viagens, um sonho realizado!

Adorei relembrar.. Olha a bagunça da preparação das malas..


Olha o post aqui:

quinta-feira, 7 de março de 2013

Maternidade, carreira e a dança dos pratinhos balançantes


Oi, meu nome é  Mônica e eu sou uma mãe que trabalha fora há 3 anos 7 meses e 18 dias.

Minha vida é um show de equilibrismo com vários pratinhos balançando. Existem tantos momentos em que tenho certeza que algum deles vai se espatifar no chão que não dá nem pra contar. Até agora nenhum caiu..

Na verdade deixar de trabalhar fora depois de me tornar mãe nunca passou pela minha cabeça antes da maternidade (e pouquíssimas vezes depois dela). Venho de uma família em que as mulheres sempre trabalharam fora, criaram seus (as vezes muitos) filhos e venceram todos os perrengues desta escolha.

Minha mãe é engenheira como eu e sempre foi daquelas que acompanhava lição de casa, almoçava com a gente e estava sempre presente mesmo trabalhando fora (pelo menos) 8 horas por dia. Hoje ela é uma avó que trabalha fora e, acreditem ou não, continua sentindo um certo gosto amargo por não viver esse momento com tanta intensidade quanto seria possível.

Minha avó, ah que guerreira essa! Trabalhava como professora e educou seus 6 filhos vivendo esta opção em uma época em que isso não era nada comum. Até já falei sobre ela uma certa vez aqui quando ela me deu um super abraço num momento de duvidas e culpas cavalares..

Sim, a culpa, ela está sempre espreita, esperando qq brecha pra entrar com tudo na vida de uma workingmom. Mesmo sendo muito bem resolvida com relação às minhas escolhas ela aparece em certos momentos, sempre escolhidos a dedo e acho que aprender a dar aquele chega pra lá nessa danada é um dos segredos do sucesso..

Como disse no post anterior, no final de 2012 respondi algumas perguntas sobre carreira e maternidade para uma matéria em uma revista bimensal distribuída em uma rede de farmácias. Foi um longo questionário que me fez pensar tanto no assunto.. Relembrar momentos decisivos, pensar em conquistas,  novamente na minha escolha. Uma das perguntas me marcou e a resposta eu transcrevo aqui:

Você sente-se culpada por não poder ser nem 100% mãe, nem 100% profissional? Como convive com isso?
Sou 100% mãe. 
Minha prioridade são sempre meus filhos, dou sempre um jeito pra estar presente, rebolo e faço o que precisar pra não faltar, mesmo não estando ao lado deles 100% do tempo. Valorizo muito meu trabalho, minha realização e felicidade profissional, mas considero que isso também faz parte do pacote “ser uma boa mãe”. Pra mim, estar bem comigo, fazendo o que gosto me torna uma mãe melhor, mais dedicada e entregue nos momentos que estamos juntos.
Como profissional é obvio que não tenho a mesma disponibilidade de alguém sem filhos e isso pode ser incômodo as vezes. Existem momentos em que eu precisaria fazer mais no trabalho, mas entendo que nesse campo vou até onde consigo. 

É isso. É assim que me sinto, é assim que concilio. Meus filhos são minha prioridade absoluta e faço tudo por eles. Cuidar de mim faz parte desse pacote. Que não é fácil todo mundo sabe, mas que vale a pena, ah isso vale!!

E olha, tem um segredo fundamental nessa história toda que não pode deixar de ser mencionado aqui: uma boa rede de apoio é fundamental. Família, escola, amigos, babás - cada mãe escolhe a sua, mas todo mundo junto faz dar certo.

E se um dia algum pratinho cair eu conto aqui...

Este post faz parte da Blogagem Coletiva proposta pelo Mamatraca sobre Carreira e Maternidade.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Uma blogueira vira mãe..

Hoje estou participando da Blogagem Coletiva proposta pelo Mamatraca relatando o nascimento do blog.


No meu caso não foi uma mãe que virou blogeira mas sim uma blogeira que virou mãe.

O M de Mônica.. existe desde 2004, primeiro em outro endereço já extinto e desde janeiro de 2008 neste mesmo espaço. Na fase inicial pré maternidade o blog tratava dos mais variados assuntos e servia como uma válvula de escape dessa pessoa que vos fala, que tem uma profissão exata e quadrada e poucas oportunidades de escrever suas bobagens.

Lá no comecinho em 2004..

Mas foi em 2009 que tudo mudou. Depois do primeiro post sobra minha gravidez em 28 de janeiro me joguei de vez (e duplamente que era pra ser mais intenso ainda) nesse mundo louco cheio de sintomas, medos, dúvidas e muitas, muitas alegrias. Nessa época eu não fazia ideia da quantidade de conteúdo e pessoas que conheceria nesse mundão virtual de mães e pais sedentos por trocas e informações.

Em 18 de fevereiro de 2011 o blog mudou de nome pra poder refletir melhor minha inserção nesse novo mundo, já que ele tinha virado monotemático (o que nem era a intensão inicial) e o M de Mônica.. e Mãe. chegou e ficou.

Foram muitos posts sobre a gravidez, a alegria do nascimento dos bebês, os dias com um pé na UTI outro em casa, os meses de licença maternidade, a volta ao trabalho, as viagens com e sem filhos, as festinhas, rotina, a escola e tanta coisa pra relembrar sempre. A alegria com cada comentário (virtual ou real) é enorme e cada pessoa nova que visita esta minha casa é sempre muito bem vinda..

Não tenho muitos blogueiros nos meus círculos próximos no mundo real e as pessoas me perguntam direto porque faço isso, como arrumo tempo, se não tenho medo da exposição.

Eu respondo sempre que faço isso por amor. Amo escrever aqui, amo ter essas recordações tão presentes e acessíveis, amo que meus queridos distantes possam matar as saudades sempre que quiserem, amo conhecer pessoas novas através de suas opiniões sobre meus textos e, principalmente, amo a possibilidade de que meus filhos possam vir a ler tudo isso um dia.

De certa forma isso tudo é pra eles, meus amores!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Blogagem Coletiva: Maternidade Real - Expectativas.


Quando a Carol do "Vinhos, viagens, uma vida comum... e dois bebês" propôs esta blogagem coletiva no inicio da semana eu fiquei animada porque achei que seria fácil falar sobre os aspectos reais da maternidade, mas no fim das contas percebi que não seria tão fácil assim. Fiquei pensando qual realidade iria abordar aqui e mil coisas vieram à minha cabeça. Poderia falar sobre a gravidez e todos seus "poréns" que ninguém nunca tinha te contado antes, as maravilhas da amamentação, a mudança no nosso corpo, o casamento depois da maternidade, a volta ao trabalho, a vida social, etc, etc, etc. Pensando sobre tudo isso cheguei à conclusão que existe um assunto que pode resumir tudo isso: nossas expectativas com relação à maternidade.

Uma das coisas que mais me balança é a minha luta pra sempre dosar minhas expectativas  de acordo com a  minha realidade. Expectativas muito altas = frustração na certa, e isso, no meu ponto de vista vale para qq coisa na vida!

Quando ficamos grávidas, ainda mais depois de viver um tempo quando essa gravidez foi tão desejada, é impossível não criarmos mil expectativas e ficarmos horas sonhando e fazendo planos e mais planos. A gravidez vai ser ótima, eu vou ser daquele tipo que não sente nada, talvez um enjoozinho aqui, outro ali, meus filhos serão uns anjos, vou voltar à velha forma rapidex (afinal eu tenho uma genética favorável e se a Fernanda Lima, que também teve gêmeos voltou, porque não??), vou me organizar super pra ter tempo pra mim e pro maridão e vou superar todas as dificuldades (que até então são muito vagas) sem problemas.. Vambora!

As coisas obviamente não saem ma maneira que esperamos. O gravidez foi ótima mas tive que ficar de repouso, o parto não foi normal, meus filhos aprontam bastante (e eu adoro isso), não voltei ao meu peso de antes, não consigo me organizar como gostaria (e hj sei que nunca mais vou conseguir) e AS COISAS SÃO MUITO MAIS DIFÍCEIS DO QUE IMAGINAMOS ANTES (quem disser o contrário está mentindo ou bebeu demais)... Desde que me tornei mãe travo uma luta diária contra minhas expectativas, ansiedades e culpas. Eu tento lidar com elas mas é difícil demais e nem sempre eu venço. Acho que nós mães somos programadas para nos sentir culpadas e isso é muito duro de quebrar. Ah, mas que eu tento, eu tento!

Minha primeira grande frustração (acompanhada pelo sentimento de culpa lóóógico!!) aconteceu quando soube que não poderia ter o parto normal que eu tanto queria. Aquela experiência me trouxe um aprendizado muito importante: Mônica, essa é a sua realidade, faça o melhor que puder com ela. Naquela noite eu fiquei em claro lendo tudo o que podia sobre a cezariana e me tranquilizando, cada um sabe a forma de lidar com as coisas e eu aprendi a minha!

Muitas dificuldades vieram depois dessa e eu podia ficar aqui falando delas, mas o  importante é que uma a uma elas foram sendo superadas, sempre com dificuldade, mas minha vida segue e meus filhos crescem sempre rodeados de muito amor. Não tenho a expectativa (olha ela aí de novo) de acertar sempre, mas vou tentando.

Faço com conciência o melhor que posso. Isso inclui coisas que nem sempre são assim consideradas pelas pessoas que me cercam. Tenho plena certeza de que sou uma boa mãe e isso se reflete na felicidade dos meus filhos, que segue estampada no rostinho deles todos os dias.

No fim das contas só sei uma coisa: dá um trabalho danado (muito e pra sempre) mas tudo isso vale a pena..

Alguma dúvida?

Leia também os outros blogs que escreveram sobre o assunto. A lista está em Vinhos, viagens, uma vida comum... e dois bebês

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Alalaôôôô... Mas que calooooor!

Este post foi escrito em fevereiro de 2010 mas está também participando da blogagem coletiva: "A Primeira Viagem da Família" proposta pela Claudia do blog: Felipe, o pequeno viajante e pelo grupo do Facebook "Viagens em Família".

Adorei rever o post, relembrar a experiência e pensar em como as coisas mudaram nestes quase 4 anos.. Continuamos viajando bastante (com e sem as crianças) mas certamente temos dois excelentes companheiros de aventuras e quando carregamos muito menos bagagem agora... :)

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No carnaval arrumamos as malas (muitas - como mostrei no Twitter!! - veja aqui) e fomos para o Hotel Paradise em Mogi das Cruzes. Depois de anos e anos indo para o Hotel Estância Barra Bonita, resolvemos variar um pouco este ano e escolhemos um lugar bem recomendado, perto e de fácil acesso.

Estávamos um pouco apreensivos em viajar com os dois pequenos pela primeira vez (tirando as duas visitas à casa dos bisos) e posso dizer que foi uma experiência muito boa! Os bonitinhos curtiram muito e se divertiram na piscina (adoraram, adoraram e adoraram! Meus peixinhos!).

Levamos uma piscininha inflável que compramos pra colocar os dois e eles adoraram. Gostaram muito também de entrar na piscina grande no final da tarde quando a água já estava mais morninha. Sempre que tirávamos os dois da água era o maior chororo.

Teve também um baile de carnaval para as crianças no domingo e todos nós vestimos nossas fantasias providenciadas pela Vovó Lucia e Tia Cris (ficaram lindas viu, obrigadíssima!!) e nos transformamos na família das cavernas. Ficamos um pouquinho na festa e nem preciso dizer que as crianças fizeram o maior sucesso e se divertiram bastante apesar do som meio alto pra eles.

O Hotel está super recomendado pra viagem com crianças viu gente! O serviço de alimentação para os bebês é 100% com um cardápio de papinhas (as crianças adoraram), suquinhos e frutinhas super variado, as copas da mamadeiras são muito bem equipadas e excelentes pra serviços não tão legais como a hora da limpeza dos utensílios e o serviço da equipe é de primeira. A partir dos três anos as crianças já podem ficar com a equipe de lazer que era enorme.

Nossa rotina era meio corrida e a gente mal parava durante o dia com as crianças. Chegávamos depois do jantar super cansados e aproveitamos as atividades bem menos do que o que costumávamos. Mas a presença das crianças super compensava todo o cansaço.. Enfim, adoramos e vamos repetir a experiência..

Separei algumas fotos pra mostrar pra vcs. Tiramos muitas e ficou difícil editar, não consegui escolher menos que 20.


Marcos mandando seu recado.


Isabel internética.


Prontos para o baile.


Com a tia Bianca.


Isabel, Vovó e a Girafinha.


Quarteto Uga-buga!


Oi gente!


Dançarino da mamãe.


Mamãe eu quero, mamãe eu quero...


É nóis!


Café da manhã.


Quero ser bailarina.


Quase prontos pra piscina (acordando da sonequinha).


Ai que delicia!


Folia na cama da mamãe.


Ae mano!


Oi de novo!


Marcos com a vovó.


Isabel com a mamãe.


Depois de toda essa bagunça...